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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Asfalto “novinho em folha” no P sul

Foto: Genivaldo Dias


As vias conhecidas como P1, P2, P3, P4 e P5 do Setor P Sul de Ceilândia, que se encontravam em situações precárias para o trânsito de veículos, foram totalmente revitalizadas. O recapeamento das vias foi feito pela empresa do Governo do Distrito Federal – Novacap. Essa obra era uma promessa antiga do governador do DF, José Roberto Arruda. Uma nova camada de asfalto foi colocada, quebra-molas foram restaurados e as vias estão recebendo nova sinalização de trânsito.

De acordo com o chefe de serviços públicos da Divisão Regional de Obras (DRO) da Administração Regional de Ceilândia, Fernando Santiago, as obras no setor serão realizadas por etapas. “Após o recapeamento das avenidas principais, entraremos nas ruas internas e completaremos o trabalho de recuperação das pistas”, declara.

Segundo o morador Lorivaldo Dias, há tempos o setor não recebia obras de recuperação total das pistas, somente obras paliativas como operações “tapa-buraco” eram realizadas para amenizar os transtornos e prejuízos aos motoristas trazidos pelos buracos nas pistas, que se agravavam especialmente no período das chuvas. “Já estava na hora do Governo consertar esse asfalto de forma correta, pois não tem carro que aguente esses buracos”, diz.

O setor P Sul de Ceilândia acabou de completar 30 anos de existência e atualmente vem recebendo muitas melhorias, tais como, reformas de prédios públicos, construções de escolas, postos de saúde, praças, quadras de esportes, campus universitário, galerias de águas pluviais, via de ligação com a Samambaia e agora o recapeamento total de todas as avenidas.

Por Genivaldo Dias

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Camelôs de volta ao Centro de Ceilândia


Fotos: Genivaldo Dias

O Centro de Ceilândia, que recentemente passou por uma série de transformações aos poucos está voltando a ser o que era antes. A princípio ficou tudo uma maravilha, mas bastou o governo virar as costas para que os camelôs invadissem novamente o centro da cidade. Vendedores de cd’s e dvd’s piratas tomam conta das calçadas seguidos de outros com todos os tipos de mercadorias, tais como: roupas, brinquedos, artigos eletrônicos e alimentos. Eles apropriam-se da praça da cidade promovendo verdadeiras feiras à céu aberto.



Uma outra reclamação, vem por parte dos comerciantes da cidade que dizem disputar com uma concorrência desleal, uma vez que são obrigados a pagar impostos para exercerem as atividades em seus comércios e os camelôs trabalham como querem e vendem suas mercadorias a preços bem inferiores.



Há cerca de dois anos atrás, o atual Governo do Distrito Federal removeu para um Shopping Popular construído na cidade, aproximadamente 800 feirantes informais a fim de despoluir a área que ocupavam de forma desordenada e oferecer maior conforto para os trabalhadores e para seus clientes. Porém, ambos ainda hoje, insistem em voltar para a região central da cidade alegando que no Shopping não há uma grande circulação de pessoas.



Segundo Liz Soares, feirante há mais de 25 anos em Ceilândia, com a mudança de local da feira os prejuízos vieram acompanhados das melhorias. “Está tudo muito bonito aqui, mas vender que é bom não vende”, diz. Já para Antenor Braga, dono de uma loja de confecções no Centro de Ceilândia, as vendas no seu comércio triplicaram. “Agora ficou ótimo, tanto é que tive que contratar mais pessoas para trabalhar na minha loja”, declara.



Inaugurada em junho de 1984, com uma nova estrutura, a Feira Permanente de Ceilândia, administrada pelo serviço de Feiras da RA IX, possui uma associação (ASFEC), com serviço de som que atende aos 460 boxes e é o ponto de encontro e referência da comunidade local e das demais cidades do DF. É o lugar onde o Nordeste do Brasil se encontra com o Planalto Central. Esta é a feira tradicional da cidade, regularizada e projetada, diferente da feira periférica que existia no local e que foi removida.





Por Genivaldo Dias

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ceilândia e Samambaia mais próximas

                                                 Foto: Genivaldo Dias


Finalmente a pista que liga o Setor P Sul a Samambaia está em fase de conclusão. Foram muitas solicitações da população para que a construção da via que diminuirá, e bastante, a distância entre as cidades se tornasse realidade.
A obra foi elencada como prioritária pelo atual governador José Roberto Arruda em seu plano de governo divulgado no site do GDF já nos primeiros dias da sua gestão. Porém, ainda levou cerca de um ano para ter início e só agora apresenta sinais de conclusão.
Segundo a Assessoria de Comunicação do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), a obra será inaugurada ainda no primeiro semestre do próximo ano.    
A via desafogará o trânsito no cruzamento da QNL de Taguatinga com Samambaia e encurtará o caminho de aproximadamente 12 para cerca de 2,5 km para quem deseja se deslocar de uma cidade para outra. Além disso, a pista servirá também como via alternativa para quem está saindo de Ceilândia para outros destinos, tais como: EPNB e BR-060 (Brasília/Goiânia). 
A ligação Ceilândia-Samambaia (DF-459) é uma obra de grande importância para essas cidades, pois são pólos que vem crescendo muito ao longo dos últimos anos. A obra terá uma extensão total de 5,32 km, sendo dividido em 2 pistas e que ficou avaliada em R$ 7,5 milhões a primeira etapa. Nessa primeira etapa já está sendo feita a construção de duas pontes e a pavimentação asfáltica nos dois sentidos.
 Todo os benefícios trazidos pela existência da nova via já estão sendo comemorados pelos motoristas que diariamente fazem esse percurso. Para o feirante José Maria, que reside na Guariroba e tem banca na feira de Samambaia, o novo caminho significará economia. "Gasto todos os dias R$15 reais de gasolina para ir trabalhar e com esse novo caminho gasterei no máximo R$ 5 reais", diz. Já para Heloisa Neres, a avenida além de economia e a valorização dos imovéis, também trará o progresso para as duas cidades, pois está previsto para o mesmo período do ano próximo, a inauguração do Campus da UnB às margens desta rodovia. "Com estas duas importantes obras, certamente muitas coisas por aqui mudarão para melhor ", declara.     

Por Genivaldo Dias